Templates da Lua

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

regras do vôlei de praia

O tamanho da quadra já foi 18 por 9 m, mas atualmente é de 16 por 8 m. Sendo disputado por dois jogadores de cada lado, tem algumas regras diferentes do voleibol tradicional. A bola do voleibol tem o mesmo peso, de 260 a 280 gramas, porém a pressão interna é menor.

  1. Ganha o set a equipe que primeiro atingir 21 pontos (pela regra da FIVB, pela CBV são 18 pontos), desde que exista uma diferença mínima de dois pontos sobre a equipe adversária.
  2. A invasão por baixo da rede é permitida, desde que não atrapalhe a jogada do rival.
  3. Não existe substituição de jogadores. É concedido ao jogador machucado cinco minutos de recuperação. Caso ele não se recupere, sua dupla é considerada incompleta.
  4. Um contato no bloqueio é considerado como um toque da dupla. A equipe que bloqueou terá o direito a apenas dois outros toques na bola.
  5. Cada dupla terá direito a um tempo de trinta segundos em cada set. No voleibol são dois tempos.
  6. A defesa "carregada" (quando o jogador retém momentaneamente a bola entre os dedos) é permitida no voleibol de praia somente na defesa de uma bola violenta. A bola pode bater em qualquer ponto do corpo do jogador.
  7. O contato simultâneo entre dois jogadores por cima da rede, provocando a chamada "bola presa", não é considerado falta.
  8. O companheiro do sacador não poderá impedir a visão do adversário, escondendo a jogada ou a trajetória da bola através de barreira. Se solicitado pelo adversário, ele devera se mover no sentido lateral.
  9. O saque pode ser dado de qualquer ponto do fundo da quadra. A área de saque tem oito metros de largura após a linha de fundo.
  10. No levantamento existe uma grande diferença em relação ao volei de quadra. A bola levantada no volei de praia não pode dar um giro em torno de seu eixo, caso haja rotação é caracterizado os dois toque.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

artistas plásticos da década de 70,80 e 90!!

Até o início do século XIX o Rio Grande do Sul era um território ainda em fase de povoamento, com fronteiras mal-definidas e cultura incipiente. O único episódio cultural significativo em sua história anterior ocorreu entre os séculos XVII e XVIII no ambiente das Missões jesuíticas no noroeste do estado, na época ainda sob posse espanhola. Passando por diversas turbulências políticas e militares ao longo do século XIX, os gaúchos mal tiveram tempo, recursos e mesmo bases educativas suficientes para gerar muita cultura neste período [1].

Neste panorama despojado, sem uma tradição anterior, as primeiras evidências de arte pictórica no Rio Grande do Sul apareceram como decoração de templos religiosos e de alguns edifícios públicos ou palacetes das elites [2]. A pintura no Rio Grande do Sul, como arte independente, só teria condições de iniciar um florescimento - em linhas acadêmicas - a partir do final do século, iniciado em Porto Alegre, a capital, e dois outros centros regionais importantes: Pelotas e Rio Grande, portas de entrada do estado por via marítima. Então surgem os primeiros nomes de relevo da pintura local, dentre os quais se destaca Pedro Weingärtner.

Nos anos 50, através da atuação principalmente do Instituto de Belas Artes, essa técnica artística já estava firmemente estabelecida e prestigiada [3], continuando a se desenvolver para tornar-se, em fins do século XX, uma referência nacional, tendo absorvido, ainda que tardiamente, as lições do Modernismo e colocando-se a par, nos últimos decênios, de todas as tendências nacionais e internacionais neste gênero de expressão artística. Paralelamente, na curta história da pintura no estado sempre houve artistas importantes que não ficaram insensíveis aos apelos do regionalismo e abordaram o imaginário formado em torno da figura quase mítica do gaúcho e de cenários e personagens históricos ou lendários.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Meu dia-a-dia!!!

Acordou.levantou.aprontou.perfumou.lanchou.escovou.abraçou.
beijou.saiu.entrou.cumprimentou.estudou.leu.estudou.leu.escreveu.
estudou.conversou.leu.caminhou.sentou.estudou.leu.jogou.jogou.
caminhou.caminhou.lanchou.
Dormiu.dormiu.acordou.levantou.trabalhou.atendeu.atendeu.reclamou.
reclamou.adiou.adiou.caminhou.caminhou.deitou.levantou.lanchou.
Caminhou.chegou.beijou.lanchou.lamentou.justificou-se.irritou. apanhou.ajudou.jogou.avisou.jogou.visou.jogou.escovou.dormiu.
roncou.sonhou.acordou.levantou.aprontou.




terça-feira, 10 de março de 2009

Lygia Clark

Em 1947, inicia-se nas artes no Rio de Janeiro, sob orientação de Burle Marx. Em 1952, viajou a Paris e lá estudou com Léger, Dobrinsky e Arpad Szenes. Realizou a primeira exposição individual pouco antes de seu retorno ao Brasil, no Institut Endoplastique. No ano seguinte, em 1953, suas obras Composições, nas quais investigou o papel da linha e do plano como elementos plásticos, foram premiadas na Primeira Exposição Nacional de Arte Abstrata.

De 1954 a 1956, integrou o Grupo Frente, liderado por Ivan Serpa e formado por Hélio Oiticica, Lygia Pape, Aluísio Carvão, Décio Vieira, Franz Weissmann e Abraham Palatnik entre outros. Nessa época, eliminou a moldura, tornando-a parte da obra, ao pintá-la. De 1954 a 1958 desenvolveu uma pintura de extração construtivista, restrita ao uso do branco e preto em tinta industrial. No ano de 1957, participou da I Exposição Nacional de Arte Concreta, no Ministério de Educação e Cultura no Rio de Janeiro. Em 1959, assinou o Manifesto Neoconcreto e participou da Exposição Neoconcreta no MAM do Rio. Em 1960, lecionou artes plásticas no Instituto Nacional de Educação dos Surdos.

Em 1961, criou a série Bichos, construções metálicas geométricas que se articulavam por meio de dobradiças e requeriam a co-participação do espectador. Foi premiada na Bienal Internacional de São Paulo. A partir de meados da década de 60, preferiu a poética do corpo, apresentando proposições sensoriais e enfatizando a efemeridade do ato como única realidade existencial, em trabalhos como A Casa É o Corpo.

Entre 1970 e 1975 passou a residir em Paris. Como professora na Sorbonne propôs exercícios de sensibilização, buscando a expressão gestual de conteúdos reprimidos e a liberação da imaginação criativa. Retornando ao Brasil, deu continuidade a seu trabalho, na fronteira entre arte e terapia, privilegiando a experiência individual em detrimento da materialidade da obra, usando objetos relacionais com fins terapêuticos.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Gente!!!
eu fiz este blog pra ficar + pertinho de vc!!!
poriso adoru vc!!!

colegas da sétima série !!!
brigaduu!!!!!!!
adoru vc!!!
bjxxxx

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Halloween- Dia das Bruxas

Halloween Dia das Bruxas
História do Dia das Bruxas, tradições e símbolos do halloween, tradições, origem da festa, significados, Halloween no Brasil, comemoração, dia 31 de outubro

Dia das Bruxas - halloween
Símbolos dos Halloween

Introdução
O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.

História do Dia das Bruxas

A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições

Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.
Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.
Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).